Comunicar Bem no apoio do 1° Hackathon dos Bombeiros de SP estimula tecnologias para salvar vidas

Desenvolvedores, Analistas de Negócios, Analistas de Sistemas, Analistas de Banco de Dados, Designers UX, entre outros profissionais de Tecnologia são focos do intensivão

Em busca de inovações para atendimentos nas emergências – como no caso do acidente de Brumadinho – o Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo está organizando seu primeiro Hackathon, com apoios da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP, Comunicar Bem, Fatec São Caetano do Sul – Antonio Russo, Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Fundação de Apoio ao Corpo de Bombeiros (FUNDABOM).

Foram 36 horas de programação ininterruptas e a criação de tecnologias que podem salvam milhões de vidas. Os participantes tinham que ser maior de idade ou estar acompanhado de responsáveis, e ter conhecimento em alguma área de Tecnologia, ou que contribua para tal, como: Desenvolvedores, Analistas de Negócios, Analistas de Sistemas, Analistas de Banco de Dados, Designers UX, entre outros.

Em pleno fim da semana carnavalesco, bombeiros, mentores, desenvolvedores, analistas de negócios, analistas de Sistemas, designers UX, entre outros profissionais que atuam com o desenvolvimento de tecnologias, participaram do ‘intensivão’ para criar códigos de programação e aplicativos que vão salvar mais vidas. E são muitos os resultados para se comemorar.

193 challenge
SEM PARAR: Alguns membros do time vencedor ‘codando’ para criar tecnologias.

Projetos vencedores

O Hackathon obteve três times finalistas e um grupo vencedor. Eles criaram aplicativos para agilizar o atendimento às emergências, com mais precisão nas informações e mais facilidade aos usuários.

Conheça os três times mais bem pontuados, que vão ajudar a salvar milhões de vidas com seus códigos:

  • 1º colocado: SAR BRASIL – Jeff Prestes, Tomaz Barreiros, Rogerio Rodrigues e Renzo Palmieri
  • 2º colocado: Rescue Solution – Gabirel Silsa, Jayme Preto e Patrícia Agnelli
  • 3º colocado: Red Flag – Anderson Scaloni, Marcos Paulo, Gerson Tolentino, Caio Fonseca, André Vieira e Lucas Augusto

Todos os times vencedores receberam certificados de sua conquista no hackathon. E o time campeão ganhou tablets e em um dia especial a ser definido pelos bombeiros, a equipe será condecorada por seu trabalho e conquista no evento. Além dos prêmios e homenagens, eles vão ganhar uma experiência exclusiva na Escola Superior de Bombeiros, além de conhecer a rotina do Centro de Operações, em São Paulo.

Código sustentável

Todo o código foi desenvolvido de forma sustentável sob licença livre GPL3, ou seja, outros desenvolvedores podem acessá-lo e realizar melhorias, além de poder utilizá-los em outros projetos, desde que com a mesma licença. Isso significa que outros corpos de bombeiros e atendimentos emergenciais do País e do mundo poderão ser beneficiados com o que foi desenvolvido no Hackathon 193 Challenge.

Momento da avaliação dos códigos dos times para a classificação dos finalistas.

“O mais interessante é que qualquer profissional pode colaborar com a continuidade dos projetos desenvolvidos durante esse hackathon, acessando o Git Hub do 193 Challenge. Todo o código está sob licença livre para uso em qualquer lugar do Brasil ou do mundo”, convida o Arquiteto de Inovação Wagner Marcelo, apoiador técnico do evento pela Accurate Advice e pela PUC-SP.

Aprendizado, aconselhamentos e voluntários

Um dos principais objetivos desse Hackathon dos Bombeiros de São Paulo é a promoção de aprendizado e geração de conhecimento a todos os participantes, por meio dos desafios propostos. A comunidade inovadora contou também com muitos conselheiros voluntários do Corpo de Bombeiros, professores universitários e profissionais do mercado.

O Hackathon 193 Challenge obteve o apoio da FUNDABOM, PUC-SP, FATEC e Polícia Militar, além de doações de refeições completas e bebidas de empresas do ramo alimentício e diversos voluntários do Corpo de Bombeiros de SP, comunidade acadêmica e de mercado se engajaram para que o evento fosse possível.

“A ideia agora é manter essa comunidade conectada e manter essa cultura de colaboração por meio do mentorias e a continuidade do desenvolvimento junto aos bombeiros, pensando em um trabalho de longo prazo e mais hackathons por vir”, comenta o Coronel Max Mena, Subcomandante do Corpo de Bombeiros.

Sem inovação não há sustentabilidade

Organizações que buscam inovações tecnológicas assim como o Corpo de Bombeiros de São Paulo – CBPMSP podem organizar seus Hackathons e iniciar uma trabalho de comunidade junto a inovadores. Gostaria de saber maiores informações sobre como foi organizado o 193 Challenge? Entre em contato com eles aqui.

Momentos do hackathon

Veja como foi o preparativo do espaço físico para receber os participantes. Os bombeiros, com o apoio de funcionários e parceiros da PUC-SP, trabalharam e viraram a noite de forma voluntária para deixar tudo preparado para receber os participantes que aceitaram o desafio de criar soluções inovadoras com o uso da tecnologia para salvar mais vidas.

Abertura do 193 Challenge

O 1° Hackathon do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo contou com a participação do Diretor da Faculdade de Ciências Exatas e Tecnologia da PUC-SP, Daniel Gatti, do Presidente da FUNDABOM, Coronel Rogério Bernardes Duarte, Coronel Max Mena, Subcomandante do Corpo de Bombeiros, Coronel Eduardo Briciug, Coordenador Operacional, Coronel Jefferson de Mello, Comandante do Bombeiro Metropolitano, além dos Oficiais Major Eglis Roberto Chiachirini, Major PM Marcelo Alexandre Cicerelli, Capitã Daniela Santos Oliveira, Tenente João Rafael Mininel e diversos profissionais dos bombeiros, que trouxeram a realidade do trabalho de atendimento e salvamento para os voluntários.

Curta, siga e acompanhe a fanpage do 193 Challenge para maiores atualizações sobre o evento. Ainda dá tempo de colaborar!

Fontes: Lenah Sakai/Green Business Post e Thiago Ermano / Comunicar Bem.

Thiago Ermano

Networker, Comunicador e Estrategista para a formação de Redes de Relacionamentos. É Gestor da agência da Reputação e Network Comunicar Bem e criador da primeira Escola de Networkers da América Latina.

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